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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Manual de defesa contra ataques homofóbicos

Manual de defesa contra ataques homofóbicos

Amigo Gay, Lésbica e Tans

A Lei está do nosso lado. A Constituição Federal e o Código Penal não nos proíbem andar de mãos dadas, abraçar e beijar em público. Crime comete quem nos ameaça, insulta ou agride O que não é proibido é permitido! Sexo explícito, atentado ao pudor,  assédio sexual, pedofilia, estes sim,  são crimes e devemos erradicar tais ilícitos de nossa comunidade. Fazer carinho em público é um direito de todo cidadão e cidadã!

Quanto mais casais homossexuais demonstrarem carinho em público, muitos outros LGBT vão igualmente sair do armário, mais rápido a sociedade vai aprender a nos
respeitar. Porém, como ainda existe muita gente ignorante, racista, machista, homofóbica e cheia de preconceito; como têm ocorrido várias agressões e
discriminações contra LGBT que manifestavam carinho ou simplesmente que foram identificados como "viados", temos de estar preparados para, sem abrir mão de nossa liberdade de amar, evitar ser a próxima vítima. Siga essas sugestões que certamente lhe ajudarão a sobreviver e enfrentar o "heterrorsexismo" que infelizmente faz do Brasil o campeão mundial de assassinatos contra LGBT: um "homocídio" a cada 36 horas! Leia com atenção, ponha em prática tais dicas e divulgue entre seus
amigos.

10 DICAS PARA SE DEFENDER DE ATAQUES HOMOFÓBICOS.
1. 70% dos assaltos e agressões na rua podem ser evitados se prestarmos mais atenção ao nosso redor: ao sair de casa, sozinho ou acompanhado, olhe para todos os lados e esteja atento para se afastar de pessoas mal encaradas que lhe despertem insegurança. Isso não é paranóia, é precaução! Procure estar sempre com as mãos livres.

2. Estando só, em casal ou em grupo na rua, olhe sempre para trás, para os lados e se ficou inseguro com a aproximação de algum mal encarado, acelere o passo,
atravesse para ao outro lado da rua, mude de direção, entre na primeira loja que encontrar, fique junto de outras pessoas. Tudo discretamente para não provocar
irritação no cara.

3. Mude sempre o itinerário que costuma seguir e preste atenção nas pedras, pedaços de paus, sacos e latas de lixo na calçada que poderão, numa emergência, ser
usados para se proteger, para assustar o malfeitor ou  revidar alguma agressão. Um homem prevenido vale por dois. Evite dar pinta quando estiver sozinho ou em lugares isolados, pois marginais aproveitam da fragilidade dos gays para atacar.

4. Nós, gays, lésbicas e trans temos os mesmos direitos dos heterossexuais: não é crime andar de mãos dadas em público, abraçar, beijar, acariciar, seja na rua,
seja em estabelecimentos comerciais. Atentado ao pudor é proibido para todos: nunca transe em parques, jardins, casas abandonadas, construções, praia. É perigoso e pode ser preso. Evite transar com tipos marginais pois costumam ser mais violentos e homofóbicos.

5. Em restaurantes, praças de alimentação, jardins e lugares públicos, siga a maioria: se nenhum casal heterossexual estiver namorando, é melhor não chamar a
atenção. Beijos de língua, carícias sexuais geralmente provocam reação dos mais moralistas. Guarde tais manifestações homoeróticas  para quando estiver em casa,
boites ou saunas gls.

6. No caso de ser repreendido, insultado ou ameaçado de expulsão de estabelecimentos comerciais, pelo fato de estar namorando como os demais freqüentadores héteros, tenha calma: chame o gerente ou proprietário e diga que homofobia é crime, o namoro não. Se houve agressão verbal ou física, fale alto para que todos saibam o que aconteceu, tente encontrar pessoas solidárias para vos defender e ser testemunha da discriminação.

7. No caso de ser vítima de qualquer preconceito, discriminação ou violência, telefone para a Polícia (190), procure e exija educadamente intervenção ao policial
mais próximo, faça Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia do bairro e solicite requisição de corpo de delito, leve testemunhas e se possível também o agressor ou
quem o discriminou. Entre em contacto com o grupo lgbt mais próximo. Silêncio = Morte!

8. Sempre discuta com quem estiver ao seu lado medidas de segurança e defesa mútua em caso de ameaça ou violência. Sobretudo de noite ou madrugada, evite ruas escuras ou desertas. Se repentinamente aparecer um ou mais potenciais agressores, o melhor é vocês saírem correndo juntos em direção a um local mais movimentado ou policiado. Cuidado para não tropeçar. Se não conseguir escapar, reaja, lute como um Superman!

9. Se não teve tempo de se desviar, ao cruzar com um ou mais mal encarados, demonstre que você é forte e está preparado para se defender ou mesmo atacar se for
ameaçado. Olhe com cara séria para quem te olhar, mostre discretamente seus punhos fechados na frente do peito como se fosse dar socos. Se o vagabundo vier com arma de fogo, fique imóvel e tente dialogar. Se mostrou uma faca, saia correndo.

10. Caso não tenha conseguido escapar, no caso de ser agredido, proteja sobretudo o rosto e a cabeça. Tire um sapato ou pegue algum pau ou pedra no chão e tente bater forte na cara no vagabundo.  Procure dar chutes na genitália do agressor, enquanto se defende e revida seus ataques. Grite socorro, ladrão! Faça tudo para fugir para longe.

domingo, 8 de maio de 2011

CASAIS GAYS GANHAM 70 NOVOS DIREITOS


Casais gays ganham 70 novos direitos

7MAI
1- Reconhecimento da união estával;
2- Inscrever parceiro como dependente de servidor público;
3- Acompanhar o parceiro servidor público transferido;
4- Ter a impenhorabilidade de imóvel em que o casal reside;
5- Pensão alimentícia em caso de dissolução da união estável;
6- Metade dos bens em caso de dissolução da união estável;
7- Assumir a guarda do filho do companheiro;
8- Adotar o filho do parceiro;
9- Receber abono-família;
10- Ter licença-luto;
11- Ser inventariante do parceiro falecido;
12- Herança;
13- Permanência no lar quando o parceiro morre;
14- Usufruto dos bens do parceiro;
15- Alegar dano moral se o parceiro for vítima de um crime;
16- Acompanhar a parceira no parto;
17- Autorizar cirurgia de risco;
18- Ser curador do parceiro declarado judicialmente incapaz;
19- Declarar parceiro como dependente do Imposto de Renda;
20- Formar um entidade familiar;
21- Ter ações das Varas de Família;
22- Exigir que cese a ameaça, ou a lesão, a direito da personalidade e reclamar perdas quando o outro morre;
23- Proibir a divulgação de escritos ou a publicação e utilização da imagem do companheiro falecido;
24- Anular a doação do companheiro adúltero ao seu cúmplice;
25- Revogar a doação, por ingratidão, quando o companheiro for ofendido;
26- Inclusão no seguro de vida do companheiro;
27- Figurar como beneficiário do prêmio do seguro na falta de indicação do beneficiário;
28- Incluir o companheiro nas necessidades de sua família para o direito de uso da coisa e seus frutos;
29- Remir o imóvel hipotecado, oferecendo o valor da avaliação, até a assinatura do auto de arrematação ou até que seja publicada a sentença de adjudicação;
30- Considerado aliado aos parentes do outro pelo vínculo da afinidade;
31- Demandar a rescisão dos contratos de fiança e doação, ou a invalidação do aval, realizados pelo outro;
32- Reivindicar bens comuns transferidos pelo companheiro ao amante;
33- Garantia da exigência da autorização do outro, para salvaguardar os bens comuns;
34- Gerir bens comuns e os do companheiro e alienar quando este não puder exercer a administração deles;
35- Caso esteja na posse dos bens do companheiro, ser responsável como depositário e usufrutuário;
36- Escolher seu regime de bens;
37- Assistência Alimentar;
38- Instituir parte de bens, por escritura, como bem de família;
39- Promover interdição do companheiro;
40- Isenção de prestação de contas como curador do companheiro;
41- Excluir herdeiro legítimo da herança se ele estiver envolvido em tentativa de homicídio contra o companheiro;
42- Excluir herdeiro de herança por indignidade, se ele fez crime contra a honra do companheiro;
43- Direito à ordem da Vocação Hereditária na sucessão legítima;
44- Concorrer à herança com os pais do companheiro;
45- Ser deferida a sucessão por inteiro ao companheiro sobrevivente, na falta de descendentes e ascendentes;
46- Pode ser considerado herdeiro do companheiro;
47- Remoção/Transferência de servidor público sob justificativa da prioridade à convivência familiar;
48- Transferência obrigatória de seu companheiro estudante, entre universidades, no caso, ser servidor;
49- Licença para acompanhar companheiro quando for exercer mandato eletivo ou, sendo militar, se for mandado servir em outro ponto;
50- Receber Eventuais direitos de férias e outros benefícios se o companheiro morrer;
51- Ter DPVAT em morte do companheiro em acidente com veículo;
52- Oferecer queixa ou prosseguir na ação penal;
53- Inúmeras previsões criminais que agravam ou aumentam a pena contra os crimes praticados contra o seu companheiro;
54- Isenção de pena no caso do crime contra o patrimônio praticado pelo companheiro e na hipótese do auxílio a subtrair-se a ação policial;
55- Dar consentimento do outro para propor ações sobre imóveis;
56- Ter de ser ouvido em ações sobre imóveis;
57- Ser citado para ações que digam respeito a ambos;
58- Ser citado para ações fundadas em dívidas contraídas pelo companheiro e bem da família;
59- Ser citado para ações que tenham por objeto o reconhecimento, a constituição ou a extinção de ônus sobre imóveis de um ou ambos;
60- Ter direito a participação do companheiro do autor ou do réu quando for indispensável nos casos de composse ou de ato por ambos praticados, nas ações possessórias;
61- Ser suprida judicialmente a autorização do companheiro quando não houver justo motivo para recusa, quando necessária a assinatura de ambos;
62- Ser invalidado o processo quando não suprida judicialmente a autorização do companheiro e necessária a assinatura de ambos;
63- Segredo de Justiça nos processos que se referirem à união;
64- Deixar de ser citado judicialmente no dia do falecimento do companheiro e nos 7 dias seguintes;
65- Ter direito a obrigatoriedade da anuência, caso o companheiro ofereça bem imóvel em substituição à penhora;
66- Correr o prazo em conjunto com o companheiro para oferecer embargos à execução;
67- Assumir dívida do companheiro;
68- Solicitar sequestro dos bens do casal;
69- Pedir pensão alimentícia; e
70- Pedir afastamento temporário do companheiro da casa.
Extraído do Jornal A Tribuna, ES de 07.05.2011.

Nova Doença transmitida por Gays

Nova Doença transmitida por Gays

A variante de uma bactéria que pode levar à morte estaria se espalhando rapidamente entre a comunidade gay das cidades de São Francisco e Boston, nos Estados Unidos. De acordo com um estudo publicado na revista especializada Annals of Internal Medicine, a nova forma da bactéria MRSA, conhecida como MRSA USA300 é altamente resistente a medicamentos e é transmitida por meio de sexo anal sem o uso de camisinha ou pelo contato da pele com superfícies contaminadas.
Os especialistas fizeram um levantamento da incidência da doença em diferentes áreas das cidades de São Francisco e Boston com base em registros hospitalares, mas não informaram o número exato de contaminados até agora.
A equipe de pesquisadores descobriu que no distrito de Castro, em São Francisco, que teria uma das maiores concentrações de homossexuais dos Estados Unidos , um em cada 500 residentes estaria infectado com a bactéria. Em outras áreas da cidade, essa proporção seria de um para cada 3.800.
Uma outra parte do estudo ainda indicou que os homossexuais moradores de São Francisco teriam 13 vezes mais chances de contrair a doença do que outros residentes da cidade.

Necrose
A infecção pode causar úlceras na pele, necrose dos tecidos, atacar órgãos como pulmão e o coração e se espalhar facilmente pela corrente sangüínea. Entre a comunidade gay, a doença teria se proliferado pelo contato da pele e principalmente pela prática do sexo anal , causando abscessos e infecções no ânus , nas nádegas e nos órgãos genitais.
Os especialistas aconselham esfregar o corpo todo com água e sabão após as relações sexuais para evitar que a bactéria se espalhe. De acordo com o jornal americano The New York Times, 19 mil pessoas morreram nos EUA em 2005 em decorrênica de doenças causadas pela MRSA (Estafilococos Aureus resistente à meticilina, MRSA, na sigla em inglês).
No passado, a bactéria era comum apenas em infecções hospitalares, mas recentemente também tem sido contraída por pessoas saudáveis fora dos hospitais. Além de ser resistente à meticilina, a MRSA USA300 também não é facilmente combatida por outros antibióticos utilizados para tratar outras variantes da bactéria.
Os especialistas advertem que se nenhum dos laboratórios de microbiologia identifiquem o tratamento adequado para nova bactéria , a infecção poderá se espalhar rapidamente e se tornar uma ameaça nacional e internacional.

Fonte: http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/1747160-nova-doen%C3%A7a-%C3%A9-considerada-uma/#ixzz1LoHIpm1o









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sábado, 7 de maio de 2011

Ai q delicia de suruba


Ai q delicia de suruba




Autor: cleiton





Ola.
vou tentar ser objetivo na apresentação.
sou de uma cidade do interior .noite de natal eu passeava apos a ceia qdo avistei um mulato lindo.parei, abordei-o e tomei um fora.
vida q segue
naq sequencia vi outro cara indo em direção contrari a ao meu carro. contornei um pedação e vi o rapaz.
era louro, muito bonito.o convidei para um passeio e ele aceitou.
moral da historiaacabamos a noite num motel onde ele, pai de dois filhos me deu loucamente.
fiquei com aquilo na cabeça mas fui em frente.

dia sdepois fui a um bairro de periferia q ha muito não frequentava eencontrei velhos amigos.
todos querendo me agradar mostrando as novas gerações do local e me apresentandocom louvor a todos.
como tenho um carro interesanteimaginam como fiquei cercado.
diga-se de passagem este bairro e da maior periculosidade do da cidade.
de repente avisto umnegão q me uinteressou e eu adoro negoes e nordestinos.
comecei a conversar e qdo estava tudo certo aparece outro melhor ainda.
dei um ninja no negão 1 e fugi com o negão dois.
este alem de analfabeto tinha recem saido da cadeia por porte ilegal de arma.
aquilo me excitou bastante.
fui em direçãoa meu apartamento com a cabeça a mil.
sera q levo ele para casa ese for roubado não tenho direito a reclamar...
diante da duvida eu resolvi perguntar se ele estava com fome.disse q sim.
parei num restaurante e o bicho comeu como quem não via comida ha anos.
q do saimos do restaurante quenm eu vi?o menino do dia de natal, q ao me avistar começou a me chamar.
perguntei ao meu então namorado se ele topava a treis e ele mesmo da roça falou não tem problema.
fomos para o motel os treis e fizemos a maior putaria da minha vida.
eu q adorava surubada sem nunca ter feito fiquei maravilhado.
botei o negão para comer o lourinho; este para me chupar.
depois hcupei o negão e so não comi o cu dele pq etra muito apertadinho e não queria machuca-lo, em compensação arrasdei ocu do lourinho com meus 22 cm.
aapos dispensar o lourinho , tomei coreagem e fui dormir emcasa com o neguinho q delicia.
fudemos o resto danoite ate o sol raiar.
ele esta m,aravilhado e quer pq quer ser meu maridop.
eu estou tbem apaixonado.amnhã ele volta e teremos outra noite de amor.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Suruba Gay Deliciosa

Conto enviado por: Gordinho39
Sai de casa aquela noite de muito calor com a firme decisão de me divertir e quem sabe, satisfazer meus mais secretos desejos. Queria mesmo de divertir e a sensação de despreocupação tornou meus desejos ainda mais fortes e fazia com que minha sede de aventuras fosse ainda maior.
Caminhei sem direção. Já era mais de oito horas da noite e por onde eu andava, o movimento já diminuíra bastante, resumindo-se a alguns poucos carros que iam e vinham..
Sai de casa usando apenas uma calça de agasalho e uma camiseta sem mangas, tênis e nada mais. Andar assim me excita muito e me deixa mais a vontade com o calor.
Continuei caminhando e minha imaginação voava longe. Sou muito criativo e deixo que isso aconteça sempre, pois assim, posso fantasiar com as mais inusitadas situações. Crio alguns cenários tão deliciosos que para mim são a realização máxima de todas as minhas fantasias sexuais.
Caminhando passei pela porta de uma quadra de futebol onde uma partida animada acontecia. Eram alguns rapazes, uns doze eu acho, que nem notaram quando eu me aproximei do alambrado e permaneci ali, assistindo. Eles corriam logicamente e gritavam muito. Pude notar que um time era muito mais jovem do que o outro, o que me fazia crer que se tratava de alguma partida arranjada ou algo assim…
Me aproximei da lanchonete daquele lugar e pude perceber o cheiro de mijo por perto. Era um lugar muito simples. Não havia muita gente alem dos jogadores que já estavam na quadra. Me sentei e pedi um refrigerante
Algum tempo depois o jogo tinha terminado e logo a lanchonete ficou cheia de jogadores, conversando animadamente e logo depois os jogadores mais velhos foram indo embora e o que se via eram jogadores na faixa dos 20 anos…todos ali..conversando e falando besteiras.
Com muita vontade de fazer xixi, perguntei onde era o banheiro e o balconista me deu uma chave e me apontou onde era. Fui ate lá e outros dois rapazes me seguiam, me dizendo até que iriam aproveitar a oportunidade para mijar também.
Fiquei bem no meio deles no “mijódromo” e um conversando com o outro:” Cara, to com um puta tesao hoje” “Nem me fale”, respondeu o outro do meu lado enquanto mijava…
Terminei de fazer xixi enquanto o outro continuava:” E aquele cara bundudo que você comia?, não viu mais?” Quase caí para trás. O rapaz ainda continuava, sem esperar a resposta do outro carinha “ Cara, se eu achasse ele, bem que comeria hoje.”. Quando eles terminaram de mijar e foram lavar as mãos eu tomei coragem e perguntei:” Quantos anos este rapaz bundudo tinha?” , olhando para o outro rapaz como se também não tivesse a informação, respondeu:” Não sei cara, mas ele não era novinho, não”
Enquanto conversávamos, o outro rapaz que apenas ficou ouvindo saiu do banheiro e continuamos a conversar: ”Bom, eu to por aqui amigo” disse, me oferecendo mais do que diretamente. Ele entendendo muito bem o que eu havia dito, me pegou pelo braço e me virou um pouco para o lado para observar mais detalhadamente minha bunda. “Pode ser…” disse depois de avaliar o material e continuou: ”Só que eu não como ninguém sozinho, sempre convido meus manos, tem algum problema?” , “Não tem não” respondi já tremendo todo e planejando em minha cabeça, tudo o que eu faria com aqueles caras.
“Meus manos são seis, não acha muita coisa não?” Perguntou. Abaixei a minha cabeça e com um gesto respondi que não era. De repente ele saiu, mas antes de sair me mandou voltar para a mesa e ficar la, ele iria falar com os “manos” e com um sinal me chamaria para entrar no carro deles.
Fiz exatamente como ele me ordenou. Sai do banheiro logo depois dele e me pus novamente á mesa, esperando o sinal dele  Pude perceber quando ele se aproximou da mesa que estava cheia de amigos dele tomando cerveja e papeando e logo que se aproximou, todos eles olharam diretamente para mim. Se alguém estivesse imaginando que todos eles queriam me comer, depois daqueles olhares, seria uma certeza.
Quando o tal rapaz se sentou na mesma mesa que os amigos dele, imaginei que eles iriam furar, que não tinham se interessado ou qualquer coisa assim. Passados uns quinze minutos de bastante aflição, resolvi me levantar e ir embora, já que a minha trepada havia furado. Quando me levantei, todos eles se levantaram também e o tal rapaz me olhou e com um sinal me mandou segui-los. Andamos pelo terreno todo até um pequeno estacionamento onde um monza preto os esperava.
Éramos em seis. Um dos caras foi para o outro lado depois de se despedir de todos. Não sabia como caberíamos todos no monza, mas minha curiosidade foi esclarecida quando quatro deles entraram atrás do carro e me deixaram o banco do passageiro na frente. Os quatro que foram atrás me cumprimentaram. Um deles ainda me perguntou quantos anos eu tinha e outros detalhes. O que conversou comigo no banheiro estava dirigindo o Monza e saiu do estacionamento bem devagar, sem que eu soubesse para onde estavam me levando.
Para me tranqüilizar, ele me disse que estávamos indo para a casa do “Sabiá”. Um dos quatro que nos acompanhavam no carro ,pois o tal de Sabiá, morava sozinho e as festinhas que eles faziam era justamente na casa deste dos amigos. Aproveitei que já estávamos “íntimos” para perguntar:”Vocês sempre saem com carinhas?” e um dos que iam atrás respondeu: ”Comíamos um dos nossos amigos, mas ele se mudou então ficamos a ver navios” Rimos um pouco e continuamos a conversar. Eu tinha curiosidade sobre o que me esperava e meu foco na verdade era o rapaz que estava dirigindo, mas os que acompanhavam também eram muito interessantes. Seria muito gostoso dar para todos eles.
Andamos por cerca de 20 minutos até parar de frente a um casebre afastado numa rua de terra. Notei que a rua não era muito extensa e ao lado da casa do tal de “sabiá” havia uma escola infantil, que logicamente estava fechada. Depois de entrar rapidamente, todos eles se livraram das suas mochilas sobre os dois sofás e já foram tirando a roupa.
Um deles, que aqui vou chamar de Marcos era o mais negro de todos. Todos eram escuros, mas Marcos era negro, Lindo e possivelmente o mais jovem de todos. Com todos já completamente pelados, pude ver o quanto eu despertava de tesão naqueles meninos medindo isso pela dureza de seus pintos. Todos estavam muito duros e isso me deixou ainda com mais tesão. O medo e o receio que eu estava até aquele momento já não existia mais e resolvi cair na festa daquela turminha maravilhosa.
Quando percebi, já estava rodeada por aqueles machas maravilhosos. Certamente eles sabiam o que estavam fazendo e faziam tudo com muito carinho. Eles não se intimidavam com a presença um dos outros mesmo com todos aqueles paus durinhos e a minha disposição. Eles não se tocavam e não percebi nenhum interesse mútuo. Era realmente um tesão por comer uma bunda em grupo e eu adorava a idéia de estar ali, servindo a todos eles.
Comecei chupando um deles, depois Marcos se colocou atrás de mim e começou a chupar meu cu deliciosamente. O outro, o motorista, batia punheta perto do meu rosto enquanto os outros dois massageavam todo o meu corpo.  Minha bunda nunca vira tantas mãos como naquela  noite. Eram mãos pesadas, mas  carinhosas.
Aos poucos chupei todos eles bem gostoso. Sentia o gosto de mijo de uns…e de porra de outros. Era uma sensação deliciosa, ouvir todos eles gemendo comigo. Deixei que fizessem qualquer coisa comigo. Eles se alternam naminha boca ate que Marcos decide enfiar seu mastro enorme e grosso dentro de mim. Já estou toda lambusada de saliva e penetrar meu buraquinho não seria uma tarefa difícil. Marcos aponta a cabecinha do pau no meu cu e num único movimento enfia tudo. Pude sentir seu saco batendo em minhas coxas.
Marcos era experiente em meter e fazia isso muito bem. Um dos outros meninos pediu para gozar na minha boca o que eu prontamente aceitei, de repente pude sentir sua porra salgada enchendo minha garganta como se ele estivesse apenas esperando meu consentimento. Imediatamente outro se posicionou na minha frente e se punhetando também gozou na minha boca, não deu tempo nem para engolir a porra do primeiro menino.
Marcos fazia o seu serviço dentro do meu bumbum e demorava p gozar. Tirou seu pau de dentro de mim e se colocou na minha boca. O motorista aproveitou a ausência e o fato de meu cu estar bem arrombado e também meteu gostoso. È delicioso sentir diversos tamanhos de paus e diversas grossuras no cu. Depois que eles param a sensação é indescritível.
Mesmo depois de gozar, os dois que já gozaram ainda se punhetavam, admirando minha performance e da minha bundinha linda.
Gozamos muito e quando estava quase para gozar de novo, pedi para que eles mijassem em mim pois eu adoro gozar sendo mijada. Eles se olharam sem saber se o dono da casa o tal de “sabiá” se importaria. O próprio Sabiá quem começou mijando em mim e mijou bastante. Os outros foram no embalo e também me molharam toda. Como tinha muito tesão pelo Marcos, deixei que ele mijasse na minha boca e ainda pude engolir um pouco.